segunda-feira, 18 de junho de 2012

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Nossa Escola ganha mais um prêmio - Valeu Pró Deujósia

Incentivar o hábito da leitura e valorizar os projetos desenvolvidos nas escolas da rede municipal de ensino. Estas foram uma das propostas do concurso “Projetos e Práticas” realizado, no período de 10 de outubro a 11 de novembro, pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Aymará Educação. Na tarde desta sexta-feira (9), as instituições de ensino foram premiadas durante evento no Centro Comunitário Ederval Fernandes Falcão, localizado no bairro Baraúnas.
Ao todo foram inscritos 140 projetos no concurso referente ao tema “Cidade Educadora”. Para o secretário de Educação, José Raimundo Pereira de Azevedo, é muito importante chegar ao final do ano e ver resultados positivos na área educacional do Município.
“Hoje é motivo de comemorar, porque temos visto o desenvolvimento dos alunos em sala de aula e o empenho dos nossos professores. Quero aproveitar a oportunidade para parabenizar todos aqueles que colaboram com a melhoria da qualidade do ensino nas escolas da rede municipal”, O gerente pedagógico da Aymará Educação, Emerson Paes, destacou a criatividade dos trabalhos. “Através dos excelentes trabalhos expostos pude constatar a espontaneidade do prazer em aprender. Estou muito feliz, pois vejo que Feira de Santana está no caminho certo”, observa. O concurso “Projetos e Práticas” contemplou as categorias Escola e Professor. Na categoria Professor
conquistaram o primeiro, segundo e terceiro lugar, os educadores das escolas municipais Sorriso de Criança, Jardim Santana, Comendador Jonathas Telles de Carvalho, Professora Maria Odete Souza, Dival Figueiredo Machado, Creche Tia Ana Lúcia, dentre outras.
A vencedora na categoria Escola foi a Associação Feirense de Assistência Social (Afas), com o projeto “Brincando e aprendendo com o Idoso”. A instituição recebeu como prêmio uma estante com 50 livros infantis da Coleção Aymará, decoração da sala de biblioteca e um netbook.

Fonte: http://www.alagoinhasnoticias.com.br/noticias/feira-de-santana/escolas-da-rede-municipal-de-feira-de-santana-premiadas-em-concurso/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Bullying: a situação é grave, mas há solução à vista

COMPORTAMENTO
30 dicas para ajudar seu filho a lidar com o Bullying
Saiba o que fazer para ajudar o seu filho a superar situações de Bullying na escola

21/11/2011 11:40
Texto Marion Frank
Educar


Fala-se muito hoje em Bullying. A palavra, originária da língua inglesa, é empregada boa parte das vezes de modo errado, espécie de caldeirão onde se joga tudo de ruim que pode acontecer em sala de aula. Há crianças que sofrem, no dia a dia escolar, situações que lhes causam mal, mas que não podem ser chamadas de Bullying. Há quem veja apenas como ‘brincadeira’ o que é percebido, no outro, como agressão e razão de infortúnio. Há crianças, vítimas de Bullying, que também são entendidas como as responsáveis por esse tipo de situação - nem sempre o agressor é quem dá início a esse tipo de violência, algo que os pais não conseguem admitir, particularmente, os da criança ‘agredida’. Nove fora, a falta de informação sobre o tema é enorme, tornando o Bullying uma violência que atinge a todos, os pais incluídos.

- Teste para alunos: como você se comporta em relação ao Bullying?

- Teste para pais: como você vê seu filho em relação ao Bullying?

"O Bullying acontece, quando existe um movimento real contra uma determinada criança", esclarece a psicóloga e psicopedagoga Nívea Maria de Carvalho Fabrício, diretora do Colégio Graphein, em São Paulo. "É uma campanha, uma perseguição contra um alvo muito bem definido." Com mais de 38 anos de experiência no trato com alunos das mais variadas personalidades e histórias familiares, Nivea já viu de tudo um pouco. Tem, portanto, expertise de sobra para colocar os pingos nos iis em relação a um tema tão atual e afeito a provocar dúvidas. Em sua opinião, são nas escolas maiores, onde as relações ocorrem de modo impessoal e a capacidade de controle é menor em face do número de alunos, que as possibilidades de acontecer Bullying crescem e causam apreensão. "Nessas escolas, existem hoje três grupos de alunos, os nerds, os populares e os bobos - já ouvi muita criança dizer que não pode ser nerd ou "CDF", caso contrário, não será querida da classe", Nivea descreve. "Os bobos? Não se misturam com o resto dos alunos".

Começa, então, a funcionar uma divisão social dentro de uma grande escola típica do universo paulistano, por exemplo. O Bullying? Ele acontece, quando um desses grupos implica com um determinado aluno, a ‘crítica’ se propaga ferozmente pelas redes sociais e o caos se instala. Em especial, em casa. Porque os pais pouco ou nada conseguem fazer para ajudar os filhos, sejam eles os agredidos ou agressores, a sobreviverem ao contato com o Bullying - na opinião de Eric Debarbieux, diretor do Observatório Internacional das Violências nas Escolas, "uma das violências mais graves que o ser humano pode sofrer."

Apesar da gravidade do problema, Birgit Möbus, psicopedagoga da Escola Suíço-Brasileira, em São Paulo, faz questão de alertar que o Bullying é muito sensível à intervenção das autoridades - no caso da escola, dos professores, supervisores e mesmo diretores. "Mas é preciso que a comunidade escolar se envolva como um todo para combater essa violência de modo a reduzir efetivamente o número e a gravidade dos casos", adianta.

Ou ainda: a situação é grave, mas há solução à vista. Faz parte dela a adoção de atitudes no ambiente escolar, caso do respeito e da generosidade, entre outras. "São palavras aparentemente vagas, mas bastante sérias... a criança hoje fica brava por muito pouco!", aponta Nivea. E isso não pode continuar assim, certo? "É desde pequeno que se aprende ser possível vencer, ao lado do outro, os obstáculos que a vida impõe", lembra Gisela Sartori Franco, psicóloga e especialista em Convivência Cooperativa. "A gentileza, o consenso e o diálogo, infelizmente, não são hoje ‘treinados’ em sala de aula, daí a necessidade dos pais estarem atentos à rotina escolar e exigirem, nas reuniões com professores, mudanças no currículo escolar."

Eis uma sugestão de como os pais devem se comportar para ajudar seus filhos a sobreviverem - com saúde! - ao contato com o Bullying. Com a ajuda das especialistas Nivea Maria de Carvalho Fabrício, Birgit Möbus e Gisela Sartori Franco, destacamos outras de igual importância a seguir.

1.O envolvimento dos pais no dia a dia escolar é importante - eles precisam mais do que nunca entender a necessidade da educação e, em conseqüência, jamais se afastar da rotina dos filhos em sala de aula

2. Pais precisam ser ajudados a serem pais. Porque a sociedade anda permissiva demais e eles se sentem perdidos ante essa realidade

3. Não tire seu filho de imediato da escola onde sofreu Bullying: primeiro, é importante trabalhar com os professores e a direção dessa escola de modo a resolver o problema. Porque será muito importante para ele vencer o Bullying no ambiente onde foi vítima

4. Se não der certo - e é preciso atenção para a evolução do problema, não deixar passar o tempo em demasia... -, recomenda-se a transferência, se possível, para uma escola preparada para dar suporte a essa criança

5. Vale a pena insistir aqui no ponto ‘nevrálgico’: nem sempre o agressor é quem deu início ao Bullying, mas sim quem se faz de vítima. Ou ainda: tudo pode se resumir a uma forma (desesperada) de chamar a atenção de quem se sente excluído, marginalizado, pelos colegas de classe

6. Porque a violência existe e assusta, mas o Bullying não acontece por acaso. Aliás, por ser um assunto de sala de aula, ele precisa ser tratado com ela por inteiro. Em outras palavras: os pais não devem se preocupar em proteger apenas o próprio filho, seja ele o agredido ou o agressor ou apenas testemunha desse tipo de violência

7. Na reunião de pais e professores, esse assunto deve ser tratado de modo a que todos participem - e não isoladamente, atingindo apenas os envolvidos com o caso de Bullying

8. Pais devem exigir imediatamente da escola uma estratégia de trabalho que envolva o agressor, o agredido e o grupo por inteiro

9. Em casa, pai e mãe precisam conversar diariamente com o filho sobre as aulas, mesmo que ele tenha uma reação negativa, do tipo "ah! que conversa chata!" etc. Claro, existe a medida adequada e ela varia de criança para criança. Mas o importante, neste caso, é criar o hábito da conversa entre pais e filhos

10. Essa conversa pode se tornar um ritual a ser integrado na refeição do domingo, por exemplo. Um momento de aproveitar a reunião familiar para que cada um fale de si mesmo.

11. Porque não dá para usar o pretexto de trabalhar muito e permanecer fora de casa o tempo inteiro - e assim não ajudar o filho em um momento tão difícil da vida dele!

12. Às vezes, basta dizer para o seu filho, "você gostaria que alguém falasse dessa forma com você? Pois, eu não gosto, fico triste..." É importante se colocar no lugar do outro, sentir na pele que a ‘brincadeira’ feita não tem a menor graça... Brincadeira só vale quando todos se divertem - e nunca quando acontece à custa de outro. Isso é fundamental e os pais devem trabalhar essa questão, conversando com seus filhos desde a infância

13. Sem essa troca de informações entre pais e filhos, uma situação de Bullying pode já estar ameaçando o cotidiano escolar - e nenhum adulto se deu conta dos sintomas dessa violência no comportamento da criança e/ou do jovem. Que se mostra mais irritadiço e angustiado, inventando desculpas para não ir à escola etc.

14. É na conversa com o filho que os pais vão perceber o porquê da agressividade e da insatisfação, orientando a buscar outras formas de se expressar. Se os pais não souberem fazê-lo, não há razão de constrangimento - ao contrário, devem pedir ajuda a quem foi treinado para isso, na escola

15. Se os pais perceberem que o filho está de fato sofrendo algum tipo de ‘pressão psicológica’ no ambiente escolar, precisam informar professores e direção da escola para que a questão seja tratada de modo cuidadoso o quanto antes!

16. Muitas vezes a escola não sabe que está ocorrendo uma situação de Bullying até porque ela acontece fora da sala de aula e, portanto, longe do olhar do professor. Mesmo sem provas, é importante intervir. Atenção: a escola é a autoridade na relação entre alunos - e não os pais!

17. O Bullying é muito sensível à intervenção das ‘autoridades’, ou seja, dos professores, supervisores e até mesmo diretores. Em especial, quando desperta o envolvimento da comunidade escolar como um todo no combate a essa violência

18. O Bullying é resultado de uma relação interpessoal em desequilíbrio. Há, portanto, de se cuidar dos dois lados envolvidos - existe um problema de autoestima a ser trabalhado, tanto em relação ao agressor quanto ao agredido

19. Cada escola tem a sua maneira de agir, mas o que se espera é que ela seja parceira dos pais do aluno que é vítima de Bullying - e também daquele que é entendido como agressor. O ideal: aproximar as duas famílias de modo a envolvê-las na solução do problema. Porque todas elas são perdedoras em uma situação de Bullying

20. Pais e professores precisam se unir para ensinar às crianças e aos jovens a serem assertivos - ou seja, saberem se expressar de modo positivo quando algo os incomoda, fazendo o outro entender que há limites que não podem ser ultrapassados

21. O respeito às diferenças precisa ser exercitado diariamente no ambiente escolar. Os pais devem exigir que os professores de seus filhos trabalhem nessa direção em sala de aula de modo a que uma situação de Bullying não volte a acontecer entre os alunos. Que não precisam ser amigos, mas sim precisam se respeitar um ao outro

22. É recomendado que se faça uma dinâmica de grupo com os alunos da classe onde ocorreu um caso de Bullying, conversar individualmente sobre o problema, verificar em que estágio a campanha de Bullying se encontra disseminada na rede social e, se necessário, coibir o uso da rede por um tempo determinado

23. Com ou sem Bullying, os pais precisam ter controle sobre o uso da internet por seus filhos, eles não podem ter liberdade total no exercício dessa atividade - os pais devem ter acesso às redes sociais do filho como espectadores, jamais devem participar!

24. Pais não são amigos dos filhos, mas sim pais. E, nesse papel, precisam orientar. Não podem confundir o papel, até porque a criança precisa ter no pai e na mãe uma figura de autoridade, pessoas que inspiram confiança e representam um porto firme para ela

25. Pais não devem vitimizar seus filhos, muito menos tratá-los como se fossem reis ou rainhas. Quem pensa só em defender, se esquece que ninguém é santo, muito menos o próprio filho

26. Tentar despertar coragem no filho com a frase "não leve desaforo para casa!", impondo respeito na base da agressão, é o pior que se pode fazer a uma criança indefesa. Não é com esse ‘troco’ que se constrói um ambiente de solidariedade entre os colegas

27. Quando os pais percebem que seus filhos são autores de Bullying ou mesmo testemunhas desse problema no ambiente escolar, devem conversar abertamente com eles a respeito e, ao mesmo tempo, pedir ajudar à escola. Porque quem é autor ou testemunha desse tipo de violência também está sofrendo e precisa ser cuidado!

28. Os pais se consideram responsáveis pelas vidas dos seus filhos, quando são, na verdade, responsáveis até a página 50 - daí pra frente ou mesmo antes disso, os filhos vão fazer o que lhes dão na veneta... O sucesso não depende mais dos pais, mas sim deles próprios

29. Cabe aos pais darem o maior número de instrumentos necessários para os filhos terem sucesso. Entretanto, como eles vão usá-los, bem, isso já não é mais responsabilidade paterna. E o problema está aí: os pais se sentem culpados de verem os filhos fazerem tudo errado e, com a pressão da culpa, não conseguem mais ajudar

30. Atenção: o Bullying pode acontecer não apenas no ambiente escolar, mas também no bairro. É quando o seu filho pode não ser aceito pela turma por se recusar a beber ou fumar. Seja qual for a situação lembrem-se: uma das estratégias fundamentais na luta contra essa forma de violência é a aliança entre pais e escola. Sempre

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/30-dicas-como-ajudar-seu-filho-lidar-bullying-647014.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=bullying. Acesso em: 23/11/2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SELO ESCOLA SOLIDÁRIA 2011

Diversidade sim, desigualdade não!
Cultura e pluralidade cultural e Cidadania. 367 alunos participantes.
Participaram alunos dos anos finais do Ensino Fundamental.
Houve participação de direção, coordenação, professores, pais, funcionários e comunidade.
Como surgiu a ideia?
O Projeto “Diversidade SIM, Desigualdade Não”, surgiu do desejo dos Professores do Ensino Fundamental – II, nas Acs (Atividades complementares), em trabalhar conteúdos voltados para as mais diversas áreas do conhecimento, com os temas transversais, enfocando a diversidade como temática principal, em oposição às desigualdades sociais, já que acreditamos que é no espaço escolar que podemos minimizar tais efeitos, dentro da sociedade. A inclusão, o respeito ao outro, o trabalho em equipe, a afetividade, amizade, o dizer não ao bulling, entre outros, são atitudes indispensáveis para o combate ao preconceito. Assim, é preciso saber respeitar as pessoas, respeitar as diferenças e acima de tudo saber conviver com as singularidades dos sujeitos. O mundo, as pessoas, se constitui com as diferenças e não com as igualdades, e é essa diversidade que torna o mundo atraente, que nos tornam atraentes, enquanto seres humanos, plurais. Diante disso, reiteramos o interesse por trabalhar esse projeto, e o desejo de fomentar a valorização e a reflexão acerca das características étnicas e culturais dos alunos e ao mesmo tempo oferecer-lhes a possibilidade de conhecer e conviver com o outro, e que, esse outro é sujeito de direitos.
Quais são as principais atividades desenvolvidas e como elas acontecem?
A nossa oficina de abertura teve como título o nome do nosso projeto e ela foi iniciada pedindo aos alunos que enchessem a bola, pensando nos problemas que encontram no seu dia a dia. Em seguida distribuímos um questionário para colher o conhecimento que eles tinham sobre o assunto e sua compreensão. Recolhemos os dados para análise posterior. Trabalhamos com vídeo e o livro "Diversidade", de Tatiana Belinky, fundamentando a discussão.Foi feita também a avaliação do encontro através de fichas. Nelas os alunos registraram carinhas colocando o seu nível de satisfação. A partir dessa sensibilização, aplicamos as oficinas sub-temáticas a partir dos pontos encontrados nas avaliações, adequando as demais oficinas que já tinham sido planejadas pelos professores.
Quais os resultados de aprendizagem e sociais alcançados?
Tivemos uma redução considerável dos conflitos em nosso espaço escolar, diminuição das ocorrências nos casos de bulling, entre outros.
Quais as ações desenvolvidas que podem melhorar o IDEB da escola e como elas acontecem?
Acreditamos que contribuirá, pois incentivamos o protagonismo juvenil, a autonomia, a autoestima, o respeito, a solidariedade, a afetividade, o trabalho em grupo, o respeito às crenças, a opção sexual, a higiene,o cuidado com o corpo, a busca pelo seu projeto de vida e a aproximação com os mais variados conteúdos dos currículo. Queremos também registrar que muitos dos nossos alunos, a partir das ações desse projeto, foram selecionados em concursos de redação, jornalísticos e também tornaram-se monitores das oficinas juntamente com os professores.

Responsável pelo projeto:
Nome: Massia Katiane Mota Aragão

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Nomeação de professores

Na semana em que se comemora o Dia do Professor, celebrado em todo o País no dia 15 de outubro, a Secre¬taria da Educação do Estado da Bahia anuncia a nomeação de 1.559 pro¬fessores aprovados no mais recente concurso para docente do Estado. Esse é o primeiro grupo de um total de 3.200 docentes que serão nomeados até o início do ano letivo de 2012.
Parabenizo todos os professores das escolas baianas, incluindo os novos companheiros concursados, que vem reforçar o time dos 40 mil professores da rede estadual. Mais do que dar os parabéns, eu faço questão de reafirmar que o professor é uma categoria fundamental para a educação. É evidente que o foco é o estudante, mas sem professor não há educação. Eu quero me congratular especialmente com cada professor que está se mobilizando para melhorar a qualidade da Educação. Afinal, nós da Secretaria da Educação, nós professores, temos a missão de garantir aos nossos jovens, adultos e crianças o direito de aprender. O direito de aprender é um direito que se insere entre os direitos fundamentais do homem, da criança, do adolescente e nós temos que assegurar esse direito. E para que esse direito se concretize, tem que ser um direito com grande qualidade. Eu tenho certeza de que, neste momento em que renovamos os nossos votos, nesse dia de homenagem aos professores, reafirmamos a nossa luta pela busca da melhoria da qualidade da educação em nosso estado, pela qualidade do ensino em cada uma das nossas escolas. Mais uma vez, parabenizo todos e todas pelo Dia do Professor e desejo muito sucesso nessa jornada de trabalho.

Fonte :Ano II - N° 91 - Jornal Mural - Secretaria da Educação do Estado da Bahia | de 10 a 14 de outubro de 2011. Assessoria de Comunicação
e-mail: nossaescola@educacao.ba.gov.br